sábado, 3 de março de 2012

O mundo vai girando cada vez mais veloz...

aquilo que não nos mata nos fortalece
Olá, amigos! Já faz muito tempo desde a minha última postagem, não é? É que eu andava meio triste e acho que tristeza não é o assunto que deve nortear minha vida e meus escritos. Justamente por isso me recolhi, me recompus, e cá estou eu de volta: firme, forte e... com braços e pernas novos! É, é verdade. Nesse hiato eu dei entrada na segunda etapa de cirurgias plásticas reparadoras pós-gastroplastia, as dermolipectomias braquial e crural. Claro que a Saúde Excelsior negou, eu entrei com uma nova ação contra eles, ganhei a tutela antecipada e fiz as cirurgias. Ufa! Muita coisa aconteceu, não foi? 
Mas não foi apenas isso. 
Meu relacionamento realmente terminou, com direito às dolorosas palavras “eu achei que você era a pessoa que eu queria pra mim, mas eu estava enganado”. Doeu. Eu cheguei, inclusive, a vê-lo com outra moça. Doeu também. Mas hoje, quando penso nisso, parece que aconteceu há uma eternidade e já não dói mais. Pelo menos não tanto...
Outra coisa chata foi um negócio que deu errado e tinha tudo pra dar super-certo. Investi tempo, energia, dinheiro e, na hora “h”, não deu certo. Fiquei irritada, magoada, puta da vida mesmo. 
Coisas assim são boas pra gente saber que a vida continua. Realmente só não há jeito para a morte. Tudo acontece na vida da gente, mas mesmo assim temos que dormir, acordar, ir trabalhar, pagar contas e assim vai. O mundo não para por nossas dores, desilusões, perdas. 
Pelo contrário. Ele vai girando, como diria Lenine, “cada vez mais veloz”. E as coisas vão acontecendo, novas oportunidades de negócios, novas bocas pra beijar, novas e novas situações que fazem com que achemos, até, que demos valor demais ao que nem teve tanto valor assim. Mas é isso que nos faz crescer, né? 
how are you?
Não esqueçamos, também, do carnaval. Da minha última aparição por aqui até agora, tivemos, ainda, os festejos de Momo no meio do caminho. E, neste ano, 2012, eu fui pela primeira vez na vida a uma festa de carnaval sem ser a trabalho. A festa, “I Love Cafusú”, aconteceu num clube daqui do Recife e as pessoas deveriam ir fantasiadas de cafusús ou rariús (algo como peões e piriguetes). Eu fiz uma produção mesmo. Comprei roupa, meia arrastão e fiz maquiagem de vendedora de C&A. O resultado é esse que você confere aí na foto. Ficou legal? Eu gostei. E acho que me saí bem pra minha primeira vez... E, só para constar, fiz sucesso... =)
Mas eu também trabalhei muito no carnaval. Me arrisco a dizer que trabalhei mais neste ano do que no ano passado, e no ano passado eu trabalhei feito uma louca. É que neste ano fiz escalas puxadas, de 12h seguidas. Mas aproveitei muito também o que eu gosto de curtir: shows. Assisti Lulu Santos cantando sucessos da minha adolescência e foi delicioso. Ele é chato e não recebe ninguém, mas no palco é um monstro e me proporcionou uma das melhores noites da minha vida. Sob a chuva torrencial que caia sobre o Marco Zero do Recife eu cantei e dancei horrores, como se estivéssemos apenas ele, Lulu, e eu. 
ai, ai... 
Teve também Seu Jorge. Eu não estava levando muita fé no show dele, por conta de um outro que fui e achei uma merda. Mas pense que o cara simplesmente de-to-nou geral e, de cima do palco, tive a oportunidade de ver uma multidão de braços que balançava de um lado para o outro sob o comando do músico, que dominava a plateia que se amontoava na Praça. Foi lindo, emocionante, uma experiência única e especial. Trabalhei muito? Mas aproveitei muito, fato. 
Agora estou em casa, de licença médica, me recuperando das cirurgias. Elas aconteceram na quarta-feira, dia 29 de fevereiro. Ano bissexto, o que pra mim não significa absolutamente nada. Eu temia muito a cirurgia crural (pernas), pois dr. Pita tinha me dito horrores sobre ela. Mas o que está enchendo meu saco é a braquial (braço), mais especificamente o braço esquerdo, que está tão inchado que eu não consigo nem abaixá-lo, e isso dificulta até pra dormir. Dr. Pita, coitado, está em Porto. Disse que vai voltar para me ver depois que eu mandei uma foto pra o celular dele de como está o meu braço. Fatalmente farei um punção. Mas tudo bem. Eu quero é ficar boa logo, esse negócio de licença médica é muito, muito chato. 
É isso. Estou de volta e na sequência vou contar pra vocês tudo que aconteceu na minha cirurgia, como foi, como foi a ação, quanto tempo demorou, et cetera. Hoje foi só um aperitivo. Amanhã tem mais. 

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