domingo, 4 de dezembro de 2011

O importante é ser leve

sempre fui leve, mesmo quando era pesada
Mais um ano está terminando. 2011 já está no ocaso e é claro que está aberta, além da temporada de confraternizações, a temporada de reflexões. É uma tendência do ser humano, né? Como no fechamento de um ciclo, fazemos as avaliações do que deu certo e do que não deu. E, claro, várias coisas boas aconteceram. E várias coisas ruins também. 
Exemplo: neste ano eu tive uma intensa experiência profissional e, com ela, fiz milhares de planos que terminaram não dando certo. Mas valeu. Por tudo, sabe? Lamento não ter ido além, mas aprendi muito com tudo que aconteceu. Neste ano também me abri, pela primeira vez depois de seis anos, para o amor. Conheci um cara muito bacana e me entreguei completamente pra ele, sem reservas e sem medos. Também não deu certo. Mas, assim como na experiência profissional, também aprendi muito. E vivi muito, como não fazia há tempos. No final das contas saí ganhando. Nas duas experiências. Alguém que eu não sei quem foi – mas que eu concordo demais – disse que “o fracasso só é fracasso quando dele não tiramos nenhuma lição”. E eu tirei várias lições, acreditem.
A maior delas foi, sem dúvida, o autoconhecimento. Mas eu não tinha me dado conta disso, sabe. Eis que na semana passada, conversando com um amigo muito querido, que pacientemente escutava minhas lamúrias, ele me lembrou quem sou eu. Eu andava meio esquecida. Afinal, quando levamos muitos reveses da vida tendemos a nos culpar, de uma forma ou de outra. Foi muito, muito legal mesmo escutá-lo me lembrando de algumas qualidades que tenho. Como coragem, determinação, garra. E, principalmente, leveza. E essas características, que ele bem me lembrou que tenho, me impulsionaram a fazer tantas coisas por mim e pelos meus queridos. Ah, como essa conversa me fez bem... Eu precisava escutar coisas boas sobre mim mesma, principalmente de alguém que me conhece tão bem.
Aí vêm as reflexões... é preciso ter coragem pra mergulhar de cabeça num trabalho que não dominamos. É preciso ter coragem para abrir o coração pra alguém. É preciso ter coragem para ser mãe solteira. É preciso ter coragem para fazer uma redução de estômago e mudar de vida. É. Pensando bem eu sou uma mulher muito corajosa. Levo minha vida com determinação e garra. E, o mais importante: sem perder a leveza. E isso é, sem dúvida, a minha maior qualidade. Eu andava mesmo esquecida, pois como eu falei lá em cima tendemos a nos culpar quando as coisas não dão muito certo. Mas quer saber? As coisas acontecem quando tem que acontecer. Fato.
E se é assim mesmo que as coisas são nada melhor do que levar a vida seguindo a filosofia de Roberto Carlos: “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi...”. Não é mesmo? Mó legal. =)

Um comentário:

  1. Curti, e me identifiquei um pouquinho...
    É preciso recuperar a leveza perdida!!!
    =D

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