terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Homem do Futuro

"não foi tempo perdido. somos tão jovens..."
Ando bastante satisfeita com a recente safra de cinema nacional. De julho pra cá assisti Qualquer Gato Vira-lata, Cilada.com e O Homem do Futuro. Amei os três, morri de rir. O primeiro, com Cleo Pires e Malvino Salvador, é uma delícia de filme. Me identifiquei demais. Me arrisco a dizer, inclusive, que toda mulher se identificou com a história. Pelo menos com alguma parte, nem que seja aquela de mofar ao lado do telefone esperando por uma ligação que não vem nunca. Já Cilada.com me levou às gargalhadas. Eu acompanhava a série Cilada no Multishow, e virei fã de Bruno Mazzeo desde então. Ele  me faz rir pelo simples fato de existir! Quando está atuando, então... nossa, me acabo! E ontem fui ver O Homem do Futuro. Mesmo reconhecendo ideias vindas de películas americanas como De Volta Para o Futuro, Peggy Sue – Seu Passado a Espera e Carrie, a Estranha, achei o filme muito, muito legal mesmo. Wagner Moura é o cara, né? Puts! Lindo, fofo e bom ator. Pra que mais, não é?  Aline Moraes não fica atrás, absurda de tão gata. Mas voltando ao enredo do filme, sei que não era nada original, como disse antes vi muita coisa que já tinha visto na sessão da tarde. Mesmo assim adorei. A história, entrelaçada pela música Tempo Perdido da Legião Urbana, me fez rir e chorar. Pensar e viajar. E o final feliz, que na real é o que todo mundo espera da vida, me lembrou que sempre há tempo para correr atrás da felicidade. E é assim mesmo que eu penso. E ajo. Afinal, quando estamos falando da nossa felicidade é mais importante agir do que pensar, não é verdade? Mas é isso, o filme vale a pena. Vi, gostei e recomendo.

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