segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cada escolha é uma renúncia

certo ou errado?
quem sabe, não é?
Na vida, sempre que escolhemos algo, estamos, consequentemente, abrindo mão de outro algo. Vou exemplificar, talvez assim fique mais fácil de demonstrar o meu ponto de vista:  quando resolvi me submeter à gastroplastia eu sabia que estava abrindo mão de uma das coisas que mais gostava de fazer na vida: comer. Tá, eu como sim, claro. Mas não como eu comia antes. E comer, antes, era realmente um prazer. Mas pensei no que eu ia ganhar ao reduzir o estômago. E, realmente,  ganhei. Ganhei saúde, qualidade de vida, autoestima, entre várias outras coisas. Comer como eu gostava não posso mais, é fato. Mas posso entrar numa loja e comprar uma calça tamanho 40, manequim que uso hoje, 60 kg a menos. Quando você faz uma escolha deve pensar não no que vai perder, mas sim no que vai ganhar. E vice-versa.  E tudo na vida é assim. Afinal, como diz o título deste post, cada escolha que fazemos é, também, uma renúncia. Aí devemos pesar se vale a pena renunciar a tal coisa ou não. Nas relações é a mesma coisa. Quando escolhemos estar num relacionamento estamos abrindo mão da vida de solteiro. Perdemos muitas coisas estando num relacionamento, como a oportunidade de beijar outras bocas, tocar outros corpos, e – por que não dizer – perdemos um pouco da liberdade. Mas quando estamos num relacionamento – um bom relacionamento – ganhamos em amizade, companheirismo, intimidade, cumplicidade, confiança, entre várias outras coisas. É aí que entra a tal balança imaginária. Devemos pesar o podemos perder e o que pretendemos ganhar. Feito isso, tá na hora de escolher. E as escolhas que fazemos, como tudo na vida, têm 50% de chance de dar certo e 50% de chance de dar errado.  Mas é isso. É o nosso livre arbítrio. É facultado a nós, seres humanos, o direito de escolher, apostar, experimentar. E isso é muito importante, de fato é. Mas uma coisa é certa: cada escolha traz uma consequência, consequência esta que pode provocar danos sérios e irreversíveis.  Mas tudo bem, é nosso direito quebrar (ou não) a cara. É nosso direito fazer escolhas. Certas ou erradas? Aí, realmente, só o tempo dirá... E o tempo, meus amigos, é o senhor da razão.

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