terça-feira, 7 de junho de 2011

O mundo vai acabar e ela só quer dançar...

إن شاء الله = se deus quiser
ou seja: ínshá-allllá
É hoje, minha gente! Hoje não é segunda-feira - dia oficial de começar as coisas - mas é o meu primeiro dia na academia. Tá. Não é exatamente uma academia. É uma escola de dança. Dança é exercício. Ou não é? Eu já fiz dança de salão. Amava. Parei por pura incompatibilidade de horário, pois comecei uma pós-graduação. Enfim... eu gostava muito de dançar. Dançar, além de ser atividade física, é, também, terapia. Relaxa a cabeça que é uma beleza! E não é assim tão difícil como a gente pensa. Na dança de salão, por exemplo, até nós, seres dotados de dois pés esquerdos, conseguimos fazer bonito. Mulher, né? É o homem que conduz, então ele é que tem que ter um pé esquerdo e outro direito, pelo menos. Hahahahaha. Mas a grande novidade do meu ingresso na escolinha de dança, cujo mês vai me custar R$ 24,00 graças a uma promoção brodagem do peixe urbano, é o estilo que escolhi dessa vez. Tchan, tchan, tchan, tchan... dança do ventre! Tá rindo de que, rapaz? É dança do ventre sim! Vocês devem estar se perguntando por que eu escolhi essa modalidade para fazer. Respondo. Em primeiro lugar não é por conta da reprise do Clone não. É, na real, porque eu acho muito massa os movimentos desse ritmo que vem lá das bandas do oriente médio. Sempre me chamou atenção o fato de mulheres mais gordas dançarem e se mostraram extremamente sensuais. Agora eu não sou mais gorda (estou na categoria sobrepeso) mas ainda assim me encanta o balançar dos quadris e o movimento das mãos. É bem verdade que já tentei fazer, não em escola, mas com uma amiga que dançava, e não fui muito feliz. É difícil, viu? Exige força, elasticidade, concentração. Há todo um jogo de olhares, toda uma insinuação, toda uma simbologia que envolve cada movimento. Vamos ver no que isso vai dar. Hoje estarei lá, na escola, para uma aula. Aguardem novidades sobre a minha incursão no universo de Jade mais cedo ou mais tarde aqui no blog. Se não der certo... sempre há a dança de salão.

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