quarta-feira, 6 de abril de 2011

3.8

o primeiro choro dos meus 38 anos de idade
Ontem, dia 5 de abril, completei 38 anos de idade. Dia de aniversário é assim, né? A gente fica, invariavelmente, reflexiva. Reflexiva sobre mais um ano de vida, sobre o que construimos até agora, sobre os planos que não concretizamos. Refletimos, também, sobre a nossa popularidade. Sim, amigos, isso é um fato. Lembro que até pouco tempo eu e minha amiga Giska fazíamos uma competição pra ver quem recebia mais ligações, mais presentes e mais convidados na festa. Ela é do dia 2 e eu do dia 5. Ai, ai... Meu dia 5 começou como sempre, com uma ligação dela, Giska, à meia noite. É tradição entre nós. Eu sou a primeira pessoa a desejar feliz aniversário pra ela e ela é a primeira pessoa a me desejar feliz aniversário. Se bem que neste ano eu fuleirei. Tava em Gravatá com o gatinho e entre uma taça de vinho e outra perdi a hora. Mas ela é minha amiga. Entendeu. Porque amigo é assim, entende e perdoa as falhas da gente. Enfim... Meu dia de aniversário foi assim: cheguei no trabalho lá pelas 9h e fui recebida com abraços e parabéns dos meus companheiros de sala. O almoço já estava marcado: 13h, sala de reunião, frango à parmegiana da Pizzaria Atlântico. Adoooooro, o prato e a companhia. A surpresa veio no meio da manhã, quando um entregador entra na sala com um lindo buquê de rosas vermelhas para a "sra. Kiki Marinho". "Presente!", respondi. Era dele. Do gatinho. Acompanhando as rosas, ou vice-versa, uma linda carta, com palavras tão doces e verdadeiras que me levaram às lágrimas. Ele, como sempre, me emocionando. É um dom que ele tem, o gatinho. O de me emocionar. Mais um, aliás. Ele tem vários, mas isso é assunto para um outro post...
e quem se preocupa com as calorias?
Meu dia seguiu tranquilo, passei a tarde em casa, com meu pequeno e elétrico Renato, recebendo ligações de parabéns, mensagens no celular, no orkut e no face. À noite, por insistência da minha amiga Patchi - e ainda bem que ela insistiu - fui para o bom e velho clone do Botequim Real. Novos e velhos amigos reunidos, boas conversas e gargalhadas, abraços e afagos dos amigos e do gatinho. É. Meu dia foi muito bom. Excelente maneira de ficar mais velha essa, esquecendo a preocupação com a popularidade e com as metas ainda não alcançadas. Os prazos das metas podem ser renovados, não é mesmo? E esse lance de popularidade... reforcei, ontem, a minha teoria de que a qualidade é mesmo muito mais importante do que a quantidade. Posso até ter sido mais lembrada no ano passado, mas com certeza cada uma das manifestações deste ano me tocaram de uma maneira mais que especial. Quem me ligou, quem estava comigo em algum momento do dia, fez por realmente me ter como uma pessoa especial. E foi exatamente assim que eu me senti ontem: especial. Obrigada, meus amigos. Cada um de vocês fez o meu dia - e a minha vida - muito mais feliz. 

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