domingo, 13 de março de 2011

Eu posso andar!!!

andei, andei, andeeeeeei até encontrar...
A gente percebe os benefícios de perder quase 60 kg também nas pequenas coisas. Como andar, por exemplo. Hoje, no 'arrastão da Bomba', andando e correndo, subindo e descendo atrás do Maestro Forró e da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, percebi que o volume a menos faz toda diferença. Depois do bloco, voltando para casa, lembrei que há um ano eu mal conseguia ir da casa da minha mãe para o meu trabalho número 1 a pé. Considerando que a distância entre os dois pontos não chega a 1 km... é realmente algo para se refletir. Hoje minha resistência é outra. Posso caminhar por muito tempo e não sinto mais dor nas pernas e nos pés. Posso cruzar as pernas. Posso dançar. Posso correr. Posso sentar num balanço e ficar lá por tempos e tempos (minha bunda cabe na cadeirinha e o risco da corrente quebrar é quase zero). É muito bom, viu? Esse negócio de ser quase magra. Repito isso aqui o tempo inteiro, mas me impressiono, muitas vezes, quando me vejo nos retratos. Tem horas que demoro para me reconhecer. É uma diferença imensa. Mesmo. Porque eu era imensa. 135 kg. É uma imensidão de mulher. Não no sentido bom. No sentido pejorativo da coisa mesmo. Gorda, gorda demais. Gente, que benção foi essa cirurgia de redução de estômago na minha vida. Tudo mudou - para melhor. Eu era feliz. Mas agora estou muito mais feliz. Sério mesmo. Como eu gostaria de falar para todos àqueles que têm medo de fazer a operação: "não temam". Dói? Dói sim. A recuperação é foda? É sim. Vale a pena? Muito mais do que as palavras podem expressar. Reafirmo, sem medo de errar, que depois de Renato foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Perder peso é assim: é quando menos é mais. Muito mais. 

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