quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Longe dos olhos mas sempre perto do coração

Superamigos!!!
Esse período natalino é uma época sensacional para que a gente se determine a fazer coisas que tentamos fazer ao longo de todo ano mas que por uma coisa ou outra não conseguimos fazer. Não, ainda não estou falando sobre as famosas resoluções de ano novo. Esse tema vai render um post só pra ele, hahahaha... estou falando sobre encontrar pessoas mui queridas com as quais não é possível manter o contato tão estreito quanto a gente gostaria. É a correria da vida, não é mesmo? Cada um com suas atividades e tais atividades muitas vezes nos deixam distantes de pessoas que moram nos nossos corações. É lógico que o contato existe. Email, telefone, mensagem. Mas ver, pegar, olhar no olho, rir da cara um do outro... fica mais difícil, né? Eu, por exemplo, trabalho em várias frentes. Tenho o meu emprego e muitas e muitas virações. Tem que ser, lembrem-se que sou mãe solteira, preciso - mesmo - me virar. Filho pequeno é outro ponto limitador. O meu acordo com a babá é de alforria uma vez por semana. Sair pra gréia só dia de sexta. Mas voltando ao assunto, o que quero dizer é que existem relações que se mantêm muito vivas mesmo não tendo o contato pessoal constante. Minha amiga Raquel, por exemplo. Raquel está na minha vida há 12 anos, nos conhecemos quando trabalhamos numa empresa aí (hihihihi). Ficamos amigas. Muito amigas. Ela é a pessoa que me dá os conselhos mais fantásticos do mundo. A forma como Raquel enxerga as coisas é de uma clareza solar. Eu ligo pra ela e digo que estou lascada por conta de um carinha. Ela pergunta detalhes, coisa e tal. Eu conto. A resposta: "porra, bicho... tu num tás vendo que esse cara não é pra tu? Tu é muito melhor que ele. Pega um espelho aí. Se olha. Porra, Kiki!!!".  Cara... pense que isso era exatamente o que eu precisava ouvir naquela hora. Lógico que esse é apenas um pequeno exemplo das muitas histórias que já vivemos juntas. Porres homéricos. Noitadas piradas. Viagens maravilhosas.  Raquel mora na Jaqueira, mas não a vejo há uns quatro meses. Nos falamos sempre e quando a gente se vê é como se a gente tivesse se visto ontem. E anteontem. E todo dia. Linda é outro exemplo. Ela mora, já há alguns anos, no Juazeiro do Norte (CE). Ela ainda não conhece o meu filho, que já vai para o segundo aniversário. Mas pense numa pessoa que mora no meu coração. Ela não é muito afeita à tecnologia. Ou seja: email nem pensar. Mas graças ao plano infinity da TIM agora podemos nos falar sempre, por apenas R$ 0,25. Semana passada mesmo passamos uns 40 minutos falando besteira no telefone. Desligamos porque era feriado no Recife, no Juazeiro não. Alguém precisa trabalhar, não é mesmo? O bacana, bacana mesmo, disso tudo, é perceber que existem laços que construimos que serão eternos. Pessoas como Raquel, como Linda, e algumas outras que não citei aqui, que mesmo estando longe dos olhos estão sempre perto, muito perto do coração. O amor, o respeito, o carinho, a preocupação, o cuidado... não tem tempo nem distância que consigam apagar. E isso é bom, bom demais.  Semana que vem vou encontrar Raquel, minhas amigas da SECTMA, minha turma do Contato... vai ser muito massa! Louca para vê-los, meus amigos. Bom demais tê-los em minha vida.

3 comentários:

  1. Isso me faz lembrar, te conheço a uns 22 anos, desses 22 só tive mesmo contato alguns meses, depois a vida nos leva muitas vezes contra nossa vontade pra destinos diametralmente opostos, de qualquer jeito, não consigo deixar de me considerar teu amigo. Depois de 12 anos fora do país a primeira pessoa que encontrei por acaso na rua foi você, acho que isso é um sinal pra jogar uma aguinha nessa plantinha de amizade nossa...

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  2. e num é? 22 anos, convivência de meses, contato até hoje... isso quer dizer alguma coisa, né? =)quer dizer exatamente o que eu escrevi no post. que as relações, quando são verdadeiras, não tem tempo nem distância.

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  3. Raquel (sem o 'lândia")16 de dezembro de 2010 10:26

    Ufa!!!! Ainda bem que fui citada, quase que passo em branco. Obrigada amiga! Como eu já lhe disse: Não me basta eu saber da minha importância.O mundo todo tem direito a essa informação rsrsrsrsrs Beijocas

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