domingo, 21 de novembro de 2010

Harry Potter: eu fui! (duas vezes já...)

O assustador Ralph Fiennes
Tá, tá bom. Admito. Sou pottermaníaca sim, e daí?? Fiz contagem regressiva sim, li spoilers, vi traillers, fotos e tudo mais que estava disponível sobre o filme. A primeira parte de HP e as relíquias da morte estreou no Brasil na última sexta (19). Os cinemas abriram uma sessão especial que começou no primeiro minuto desse dia: 0h01. E eu estava lá. Lindamente, no Taca, com meu sobrinho Marcello, assistindo a versão dublada do filme. Eu e outros adictos. As duas salas - dublado e legendado - estavam cheias. O filme é, tipo assim... formidável. O fato de durar quase duas horas e meia e tratar apenas de metade do livro de JK permite que mais detalhes sejam explorados. O livro é melhor? Lógico. Sempre é. Mas o filme é muito bom. Estranhei algumas coisas. Exemplo: Harry de climinha com Hermione? Li os sete livros, alguns deles mais de uma vez, e não vi nada sobre isso. Mas é lógico que o filme tem que fornecer subsídios para que aqueles que não leram os livros possam assimilar a história. Então é aceitável. E acho, também, que há uma grande parcela da família pottermaníaca que queria sim que o herói terminasse com a bruxinha. Mas eu sempre torci pelo desajeitado Rony. Uma CDF e um boboca? Sensacional! Mas vamos falar sobre a película. Sem spoiler, claro, hahahahaha... O filme é elétrico. Ação o tempo todo. Repleto de cenas fortes e atuações marcantes, as relíquias 1 convence. Destaque para Ralph Fiennes (Voldemort), Alan Rickman (Snape), Imelda Staunton (Umbridge), entre outros. Não dá pra citar todo mundo, cara. Impossível. Mas abro um parêntese aqui para falar de Alan Rickman. Adoro ele, adoro mesmo (ele é o xerife de Nottingham da versão de 1991 de Robin Hood, estrelado por Kevin Costner). Mesmo pouco explorado nessa primeira parte, no pouco que aparece o cara dá show! Estou ansiosa para ver, na parte 2 do filme, a leitura do diretor David Yates da revelação de quem é o verdadeiro Severo Snape. Relíquias 1 tem partes tristes também. A morte do elfo Dobby, por exemplo, é tocante (olha o spoiler aí, gente!!!), muito embora não capte, nem de longe, a sensibilidade descrita por JK no livro. Não viu ainda? Vá vê. Apenas uma dica: espere passar o frisson da estreia ou escolha uma sessão bacurau. Ninguém merece ver um filme com pirralhos histéricos berrando a cada cena. Pois é isso, meus amigos. Agora só me resta esperar pelo final da saga. O último filme sairá no ano que vem e já tem data marcada: 15 de julho de 2011. O site www.oclumencia.com.br ainda não disponibilizou a contagem regressiva e eu não vou parar pra contar os dias que faltam no calendário. Mas tá longe ainda. Dá pra ler todos os livros de novo...

O símbolo das relíquias da morte: a varinha das varinhas, a pedra da ressurreição e a capa da invisibilidade.

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