quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Onde o vento faz a curva

Menino... é incrível como o clima no Recife anda esquisito. Tem dias que o frio está tão grande, mas tão grande, que preciso me paramentar de camiseta, blusa e casaco. Suiça perde. Exemplo: moro num apartamento poente, cujas paredes recebem todo o sol da tarde, o que quer dizer que à noite o meu quarto está numa temperatura suficientemente alta para assar um bolo em cima da cama. Tudo bem, está chovendo muito, então não tem sol à tarde, o que quer dizer que o quarto deveria estar numa temperatura legal pra dormir, até coberta, por um lençol fininho. Não é bem assim. O quarto fica, à noite, quase glacial (com exagero e tudo). Mas é um frio, um frio, que ando dormindo moletom e meias, além, é claro, do edredom. Mas rapaz, e o tal do vento? Ele entra com tudo pela janela semicerrada, uivando loucamente, derrubando quadros e fotos. E, com esse vento todo, fica até complicado para ser feminina. Explico: usar vestido. Não dá, não é? Tenho um modelito corte A que no primeiro vento me deixou de turbante no meio da rua. Turbante e mais nada, pois o vestido foi parar todo na minha cabeça, graças ao evasè da saia. Isso foi, sem dúvida, o momento mais Marilyn Monroe de toda a minha vida. Sem o glamour. Né?

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