terça-feira, 15 de junho de 2010

De Sex and the City todo mundo tem um pouco

Quem nunca se imaginou como uma das personagens do seriado Sex and the City? Acredito que todas nós temos uma porção sonhadora, com Charlotte York, extravagante e devassa, como Samantha Jones, racional, como Miranda Hobbes e descolada como Carrie Bradshaw. Ontem, colocando meu filhote pra dormir, botei o primeiro filme no DVD. E é incrível como cada vez que assisto me identifico com coisas novas. Muito embora em todos os 50 mil testes que fiz para descobrir qual personagem do seriado eu sou e o resultado (para mim e para a torcida do flamengo) sempre seja a narradora Carrie, confesso que tenho muito, muito mesmo, da racional advogada Miranda. Sei lá... não que eu seja tão cética quanto ela, mas ela, assim como eu, é bastante sincera e paga caro por isso. Mas enfim... como disse lá em cima, todo mundo tem um pouco de cada uma delas - e eu não sou diferente. Mas  voltando ao filme... ainda não tive oportunidade de ver o segundo e hoje, lendo o jornal, percebi que só está em cartaz no tão, tão distante Shopping Guararapes. Me falaram que esse segundo é mais engraçado que o primeiro. Eu achei o primeiro maravilhoso! Quando Carrie se encontra pela primeira vez com Big depois de ter sido abandonada no altar, e eles se olham, ela corre para ele e eles se beijam... em off, os pensamentos dela: "não é lógico, é amor". Ah, fala sério... chorei, tá? Buáaaaa... E nos votos, depois do singelo casamento no cartório, ele declara, parodiando Beethoven: "sempre teu, sempre minha, sempre nosso". Chorei mais ainda. Em se tratando de amor, percebo que sou, definitivamente, 100% Bradshaw. E quem, pelo menos lá no fundo, não é?

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