quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ah, Ray...

É muito bom quando a gente consegue realizar um sonho, né? Mesmo que seja assim, um simples sonho de consumo. E bobo mesmo. Nada de carros importados, nada de apartamentos com cinco suites... um simples e singelo par de óculos. Óculos não. Respeito. Afinal estamos falando de um Ray-ban. Eu já tinha dito pra vocês que sempre quis ter um Ray-ban. Desses tradicionais mesmo, o modelo Aviator. Pois é. Ontem eu finalmente consegui compra-lo. Lindo, lindo, lindo de viver. Fiquei feliz, visse? Feliz e endividada. Parcelei em 6x. Mas pense bem no custo-benefício: um Ray-ban, bem conservado por alguém cuidadosa como eu, dura pra vida toda. E ainda rolou uma coisa super-brodagem na ótica. Levando dois óculos de sol a compra tinha um desconto de 50%. FAN-TÁS-TI-CO!!! Aproveitei a oferta e voltei pra casa com o meu lindo-tesão-bonito-gostosão Ray-ban e um Armani Exchange, escolhido por Mônica, minha amiga e companheira oficial de comprinhas, que lembra muito o modelo Jackie-Ohh que eu vi no shopping na semana passada. Enfim, foi uma boa compra. Pra quem não sabe, Ray-ban não é apenas uma griffe ou uma moda. Estamos falando na melhor lente protetora contra raios UVA do mundo. Eu disse do MUNDO!! Conforto total para os olhos. Além do mais ele não oxida, detalhe valioso para quem mora em uma cidade litorânea como eu. Logo não é apenas uma realização de um sonho de consumo. É mais, muito mais que isso. É a proteção total e completa dos meus olhos, sem possibilidade de oxidação. Claro que na moda e realizando um sonho de consumo. Não é o máximo??? Saí do Espinheiro Shopping muito, muito feliz!!!






Esse aqui é o Armani que veio meio que de brinde. Estiloso e confortável também.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Tudo para não me estressar

Ok. Copa do mundo é legal. Jogo do Brasil é legal. Mas parar o mundo por conta disso é um saco! Estou com um exame para pegar desde a sexta (25), dia do jogo da Canarinha com Portugal e hoje, dia 29, ainda não consegui pegar. Afinal ontem, 28, a seleção bateu o Chile (e foi um jogão!!!). Mas a justificativa do laboratório é essa mesma, acreditem: o tal do jogo do Brasil. "O setor está fechado, senhora", justifica a atendente. E ainda dizem que funcionário público é que não trabalha... Aconteceu também que eu marquei um exame meio complicado para o meu sobrinho Marcello com três semanas de antecedência, pois expliquei que era pré-operatório, coisa e tal. Consegui uma vaga para que dia? Dia 15 de junho, nada mais, nada menos do que a estreia do Brasil. Resultado: um dia antes – isso mesmo, um dia antes – me ligaram para informar que infelizmente eles iam precisar estar remarcando o procedimento. Não disseram que era por conta do jogo, mas também nem precisava, né? Mas agora já aprendi. Não marco mais nada em época de copa do mundo. Nem no carnaval. Nem no São João. Nem na Semana Santa. Nem no Natal e no Ano Novo. Nem em véspera de feriados e dias santos. Tenho dito. Afinal, se tem uma coisa que eu não quero, é me aborrecer...

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Com a bola cheia


Não sei se vocês concordam comigo, mas uma das melhores coisas da Copa do Mundo é o jornalista Tadeu Schmidt. Adoro, simplesmente A-DO-RO os textos dele, os comentários, a narração. Acho que ele é um jornalista esportivo de primeira. Nunca tive oportunidade de vê-lo fazendo nada que não fosse da área de esportes, nem sei se ele seria tão bom. Mas tanto no Fantástico quanto na cobertura dos jogos do mundial ele é fora de série. Inesquecível a descrição do gol de Fabiano Fabuloso no jogo contra a Costa do Marfim, aquele que teve uma pequena ajuda - involuntária, claro - do braço do jogador: ¨esse foi o gol que nós verdadeiramente conseguimos conquistar com braço forte". Ah, fala sério... você diria melhor???

De olho nos sonhos. Ou será o sonho dos olhos?

Eu sempre quis ter um Ray Ban. É um sonho de consumo, sabe? Daqueles de proletário mesmo. Junta, junta dinheiro... parcela em 1000 vezes no cartão... mesmo assim eu ainda não realizei esse pequeno desejo. Sempre aparecem outras e outras prioridades. Quando eu estava grávida disse para mim mesma que iria comprar o meu mimo em dezembro, com o 13.o, como um auto-presente, pois achava que depois que meu filhote nascesse eu não ia comprar nada pra mim nem tão cedo. Pois bem, só realizei mesmo a parte de não comprar nada pra mim nem tão cedo. O Ray Ban que é bom... nem pensar. Agora estou tentando reavivar o meu sonho de consumo. No shopping fui dar uma sacada nas óticas. O aviator, modelo que eu queria, não tem em lugar nenhum. Em contrapartida achei um estilosérrimo da coleção Jackie-Ohh: lilás. O preço tava até legal, visse? Em se tratando de um Ray Ban R$ 480,00 é um ótimo negócio. Ainda não comprei (nem sei se vou), mas foi legal voltar a ter sonhos de consumo realizáveis, muito embora eu nunca tenha conseguido realizar esse, e olha que ele já dura anos e anos amém. Mas quem sabe, né? Um dia... Mas ainda bem que não sonho com carros Ferrari, né? Hahahahahaha

Quase uma dondoca. Quase.

Depois do jogo Brasil x Portugal marquei uma manicurezinha básica pra arrumar minhas unhas. Do salão liguei pra casa e disse pra babá do meu filhote: "Vivian, se arrume e arrume Renato pois vou passar pra pegar vocês. Vamos ao shopping". Ela responde: "vou não. Tenho roupa não". Há tempos ela me cobrava uma farda. "Daquelas enfeitadas, visse? Com a touquinha na cabeça", dizia. Aproveitei a deixa e fui na Dam Roupas Profissionais e comprei o tal uniforme de babá (sem a touca, of course). Passei em casa, entreguei a roupa e falei: "sem desculpas agora". Menino e babá no carro, seguimos para o Tacaruna. Foi aí que vivi o meu pequeno momento mastercard. Fui ao shopping apenas para renovar minha habilitação, não para comprar nada (e realmente não comprei nada). Mas me senti uma mega-dondoca passeando com a babá uniformizada a tiracolo. Não é o máximo??? Faltou, apenas, o motorista (que eu não tenho) para ir me seguindo e carregando as muitas sacolas de compras. Ah... isso me fez lembrar que me falta, também, a conta bancária para ser dondoca.. hahahahahaha... Um pequeno - mínimo - detalhe. Quase insignificante para quem estava vivendo um momento mastercard.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

As 80 primaveras de Dona Elisa

Estou com TPF. Sabe o que é isso? Tensão pré-festa. Pois é... hoje é 25 de junho e oficialmente estou a menos de um mês do aniversário da minha mãe. Dona Elisa, minha mãe, vai completar 80 primaveras. E eu estou organizando uma festa pra ela, que vai reunir umas 100 - 150 pessoas, entre familiares e amigos. Pois é. Vai ser um culto em ação de graças, seguido por um almoço. Estou cuidando de todos os detalhes: programação do culto, músicas que serão cantadas, as flores da decoração, o vídeo que será exibido, o cardápio do almoço, os convites, lista de convidados, a roupa de mamãe, aluguel de mesas, cadeiras, toalhas, etc, etc, etc. São muitos e muitos detalhes que envolvem uma festa. Começou com o buffet, que variou de R$ 35,00 a R$ 9,00 por cabeça. Peguei vários orçamentos. Terminei fechando com uma figura que cobra a mão de obra (R$ 250,00) e eu me responsabilizo pela compra dos ingredientes. Ficou muito mais brodagem assim. Até mesmo porque dá pra comprar as coisas no cartão, coisa e tal. O bolo vai sair por R$ 150,00, a mão de obra mamãe ganhou de presente. Enfim, é um trabalho arretado. Mas vai valer a pena. Afinal estamos falando de 80 anos de vida. E assim que passar a festa dela já tem outra pra organizar: os dois anos de Renato. E vai começar tuuuuuudo de novo...

Cardápio de São João


Nada de milho, nada de pamonha, nada de canjica. O almoço do dia 24 na minha casa foi feito por mim e, no cardápio, feijoada. Mas veja... reduzi há menos de três meses e tenho em casa hipertensos e diabéticos... a feijoada tinha que ser light, né? Juntei as dicas de uma conhecida carioca, que me ensinou que feijoada pode sim ser feita na panela de pressão, contrariando a idéia que eu tinha de um caldeirão passando a noite inteira no fogo, e do meu primo Vando, que me disse que o músculo pode ser um excelente substituto para as carnes de porco. Dei umas marteladas por conta própria e a minha família adorou. A feijoada saiu assim:

Feijoada light
Ingredientes:
- meio quilo de feijão preto
- meio quilo de músculo cortado em pedaços de mais ou menos dois dedos,
- 1 lingüiça defumada em rodelas (recomendo Perdigão ou Sadia, nessa ordem)
- 50g de charque magra cortada bem pequenininha
- 1 cebola, 1 cabeça de alho, cheiro verde
- pimenta, cominho e folhas de louro
- sal
Modo de fazer
Deixe o feijão de molho de um dia pra o outro com as folhas de louro. A água do recipiente deve passar uns dois dedos da altura do feijão. No dia seguinte comece cedo o preparo (assim na hora do almoço o gosto vai estar apurado e o caldo mais grosso). Em uma panela de pressão junte o feijão, o músculo, a lingüiça, a charque e bote para cozinhar. No liquidificador coloque o cheiro verde, a cebola e o alho, complete com água até dar a altura e triture rapidamente (na função pulsar). Junte ao que está na panela. Acrescente pimenta e cominho a gosto e feche a panela de pressão. Deixe cozinhar por 40 minutos. Abra a panela e verifique se o músculo já está molinho. Aproveite e prove o sal. Deixe a panela semi-tampada até a hora de servir, para apurar o gosto. Bom apetite!

Uma experiência pra lá de divina

Minha amiga Mônica me emprestou um livro. Outra amiga, Vanessa, já havia me falado dele também. Trata-se de A Cabana, de Willian P. Young. A história é sobre um cara, Mackenzie, que tem um encontro – real – com Deus. Friso o real porque ele passa um final de semana com a Santíssima Trindade, por assim dizer, fisicamente falando. O que parece ser um enredo fantástico se desenrola de uma maneira fabulosa que me levou a pensar em como anda a minha relação com Deus. Os questionamentos feitos por Mack a Ele são muito parecidos com àqueles que já me peguei fazendo também. E as respostas que o autor dá no livro, no papel de Deus, ora com Pai, ora como Filho, ora como Espírito Santo, são de tirar o fôlego. Chorei várias vezes lendo A Cabana. Os sentimentos vinham – vários deles – aos borbotões: alegria, tristeza, satisfação, júbilo, culpa, graça, conforto, vergonha, amor... Amor em estado puro, como é o amor que Deus tem pelos seus filhos.  As metáforas que Young usa são tão perfeitas que nos fazem entender, perfeitamente, a dimensão do amor de Deus por nós, o amor de Deus por todos – todos – os seus filhos. Mesmo que erremos, entende? Afinal nós continuamos amando nossos filhos mesmo quando eles erram. Talvez até mais, não é? Eu, que nasci e fui criada dentro de uma igreja, compreendi muitas coisas ao ler A Cabana. E sinto que a leitura me aproximou mais de Deus. Obrigada Mônica, obrigada Vanessa, pela indicação do livro. Obrigada Meu Deus por ser quem és na minha vida.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Antes eu do que ele

Meu filhote, Renato, é um menino grandão e meio desengonçado. Ele tem apenas 1 ano e 4 meses, mas o tamanho é de mais de dois anos. E, quando anda pela casa, ele cai muito. Muito mesmo. Em geral bate a cabeça. Então a pediatra dele, Dra. Solange, me mandou levá-lo para dois médicos, com o objetivo de investigar o motivo pelo qual ele cai tanto: oftalmologista e ortopedista. Pois bem. Há uma semana meu filho foi ao oftalmologista, no Hope, acompanhado por meus pais, pois eu estava no trabalho. Depois da consulta falei com minha mãe ao telefone e ela disse que a médica tinha dito que ele tinha visão subnormal e que deveria fazer exames detalhados para apurar o grau do dano. Me preocupei e cometi o grave erro de me informar sobre o que era exatamente essa tal de visão subnormal no google. Foi aí que me desesperei. Expressões como "cegueira parcial" e "tratamentos paliativos" me destroçaram por dentro. Chorei, chorei e chorei. Orei, orei e orei. Me acalmei depois de um tempo e Natália, que trabalha comigo e que é mãe de dois filhos, me disse: "Kiki, tenha calma. Já recebi diagnósticos desesperadores e depois ficou constatado que não era nada demais. Procure uma segunda opinião". Segui o conselho. Marquei uma nova consulta, agora no IOR, um centro de referência oftalmológica daqui do Recife. Acabei de chegar de lá com um diagnóstico de que ele não tem nenhum - eu disse NENHUM - indicativo de visão subnormal. Graças a Deus! Graças a Deus!! Graças a Deus!!! Quem é mãe sabe exatamente do que estou falando aqui. Dez, cem, mil, milhões de vezes comigo. Mas com meu filho não. Mas Deus Nosso Pai em sua imensa misericórdia não permitiu que nada acontecesse com o meu bebê. E nem comigo. Ah, que Pai maravilhoso esse meu... Vocês não acham?

domingo, 20 de junho de 2010

Quando a zebra não é apenas um bichinho

Uma pergunta... será que é por que a Copa está acontecendo na África que está dando tanta zebra nos jogos? Leseiras à parte, acabou há poucos minutos Itália x Nova Zelândia (quem???). Pois é. O jogo foi empate, 1 x 1, mas a NZ saiu na frente e o gol da azzurra só veio de pênalti. Me desculpe, mas isso é um vexame! Afinal estamos falando dos atuais campões do mundo, time que ostenta quatro títulos mundiais, disputando com um país que está em sua segunda participação em copas do mundo (a primeira foi em 82, na Espanha). É bem verdade que a Itália tentou, tentou, e tentou. Mas poxa... estamos falando da Itália!!! Dois jogos até agora, dois empates. Muito pouco pra os tetracampeões. Mas não vou falar nada não, sabe? Afinal daqui a pouco tem Brasil x Costa do Marfim. Vai que dá outra zebra aí. Ou bicho pior, vai saber.

Bolo de carne

Domingo é meu dia de fazer o almoço. A receita escolhida de hoje foi bolo de carne. Simples, prático e gostoso. Peguei a receita em um dos vários livrinhos de Ana Maria Braga que minha mãe, dona Elisa, coleciona. Não segui à risca o texto não. Usei a base e dei minhas marteladas pessoais.  Ver:

Bolo de Carne
Ingredientes:
- 500g de carne moída de primeira (resfriada, evite carne congelada para esse tipo de receita)
- 1 xícara de caldo de carne
- 1 ovo
- 1 cenoura ralada
- 1 cebola ralada
- 1 dente de alho amassado
- cheiro verde
- 3 salsichas
- 2 pães dormidos
- pimenta e sal a gosto
- 1 colher de sopa de manteiga ou margarina
Modo de fazer:
Cozinhe as salsichas e depois amasse com o garfo. Numa tigela grande coloque o pão picado e acrescente o caldo de carne. Depois junte todos os demais ingredientes (menos a manteiga/margarina) e amasse com as mãos até todos eles estejam uniformemente misturados. Deixe descansar na geladeira por uns 30 min. Unte uma forma, que pode ser de bolo inglês ou das normais mesmo. Ligue o forno para pré-aquecer. Coloque a mistura de carne na forma, empurrando para formar uma massa compacta. Espalhe a manteiga/margarina por cima da carne, cubra a forma com papel laminado e leve ao forno máximo por uns 25, 30 minutos. Depois disso retire o papel laminado e deixe mais uns 20 minutinhos para dourar. Esse bolo pode ir à mesa na forma ou desenformado. Se for desenformar recomendo deixar esfriar um pouco para que ele não quebre.
Ficou muito, muito bom mesmo. Modestamente.

sábado, 19 de junho de 2010

Vem menino

Vem, menino, descansa em meus braços
Encontra em meu colo tua proteção
Encosta a cabeça junto do meu peito
Escuta as batidas do meu coração
Consola teu choro deitado em meus braços
Relaxa ao compasso da respiração
Sente o meu cheiro e o calor do meu corpo
Envolve meu dedo com a tua mão
 

Sossega, menino, estás em meus braços
Me faço tranqüila pra te acalentar
Dorme seguro deitado em meus braços
Sereno em meus braços tu podes ficar
Deita, menino, aqui nos meus braços
Descansa, sossega, pode confiar
E é só contigo deitado em meus braços
Que posso serena, enfim, descansar.


* escrito por mim para Renato, meu filhote, em 20/05/09

Síndrome de centopeia

Combinei uma saidinha básica com minha amiga Mônica para comprar uma sandália preta, daquelas coringa que dão com tudo e são ótimas e confortáveis para ir trabalhar. Nos encontramos na Arezzo do Espinheiro, aquela loja divina que fica na rua Amélia. Michelline nos atendeu, toda sorrisos. Controlada que tento ser, perguntei: "estou em busca daquele modelo clássico preto, anabela, com velcro". Ela: "já sei o que você quer. Qual seu nome? Qual o seu número?". Enquanto esperávamos Monicão e eu fomos olhar as prateleiras, e começamos, sem exagero algum, a salivar. Alguns minutos depois Michelline volta com seis caixas empilhadas. "Olha, daquele modelo não vou ter seu número. Mas trouxe outros aqui para você dar uma olhadinha", disse a sorridente Michelline. Sob o olhar atencioso da minha prestativa amiga, comecei a experimentar os pares. "Esse, Kikis... esse aí não... nada de verniz!!", ajudou Mônica (ela me chama de Kikis, by the way). Perguntei a Michelline, quando ela depositava mais umas cinco ou seis caixas onde eu estava provando os sapatos, se ela realmente tinha algo preto mais ou menos do estilo que eu estava querendo. Ela, vendedora dedicada, disse que ia estar olhando. Logo voltou  com mais pilhas e pilhas de caixas.  Nenhuma delas com nada nem preto nem parecido com o que eu estava procurando. Mesmo assim fui me empolgando e Mônica dava valorosos pitacos, me lembrando quais peças do meu guarda-roupa eu poderia combinar com cada par que eu experimentava. Enquanto isso ela mesma, que ia só me acompanhar, sucumbiu, também, aos encantos de Michelline, que perguntava, cheia de dentes: "e você, não  quer olhar nada?". Claro que ela queria, né? O resultado: saímos da loja acompanhadas pela mais sorridente do que nunca Michelline com seis pares. Quatro pra mim, dois para Mônica, que choramingou: "eu só vim te acompanhar...". O detalhe é que dos meus quatro pares nenhum deles é preto, tampouco básico. Será que isso quer dizer que vamos ter que marcar uma nova saidinha? Hein? Hein?? Te habilitas, Monicão???
Na foto, um dos meus mimos. Ele é furadinho, cheio de corações.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Momento mastercard

Tá, tá, eu sei... Sei que estou recém-operada e que não deveria estar gastando dinheiro com roupas agora. Afinal, dos 50 kg que tinha que perder só eliminei 25. Mas é difícil resistir, sabe? Afinal, passei os nove meses da gravidez e mais os outros 16 depois dela (ou seja: até agora) sem comprar nada pra mim. Primeiro porque eu não achava nenhuma lona de circo que me agradasse (hahahaha). Segundo porque essa história de ser mãe solteira é muito, muito onerosa mesmo. Então, aproveitando o super-parcelamento de Dona Francisca, uma vendedora super-brodagem que anda lá pelo meu trabalho, meti as caras nas comprinhas. Essa blusa aí é muito linda e veste muito bem. Veste bem agora, né? Agora que não estou mais vestindo lonas de circo. Digamos que eu sei que corro o risco de usar a blusa por apenas um mês antes que ela também vire uma lona de circo (com uma bela estampa, by the way). Mas cara... comprar roupas depois de mais de dois anos é viver um momento mastercard, concordam? Não tem preço.
Onde comprar? Handara. Quanto custa? R$ 89.90.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Toda garota já quis ser a Barbie. E agora mais ainda.

Dia desses, dando uma olhadinha no http://www.garotasestupidas.com/, vi uma coisita sensacional. Mesmo. Trata-se de uma edição especial da Barbie – nada mais, nada menos do que Christian Louboutin. Dá pra tu??? Cada boneca vem com um livrinho, intitulado "meu ano em Paris com Christian Louboutin". Ele - Louboutin - pediu que a edição especial da sua Barbie fosse produzida com os tornozelos mais fininhos… Então... o mimo custa U$ 150,00, vem vestida com um macacão preto e com quatro modelos de sapatos – todos com a sola vermelha – marca registrada do designer francês. Todos eles vêm com saquinhos e caixinhas estampadas com a marca. Uma graça mesmo, principalmente para todas as garotas (e certamente alguns garotos) que já quiseram ser a Barbie.


Unhas sem brilho, mas com cara europeia

Dando a passadinha semanal básica no salão para arrumar as unhas fui apresentada pessoalmente à tendência de inverno para colorir as mãos: os tons foscos. Gostei muito não, visse? As cores são bonitas, mas sinto falta do brilho e do cintilante. Dizem que é o último grito da moda na Europa... tô achando é que sou brasileira demais... Agora no inverno os tons de azul e roxo estão com tudo, todo mundo sabe. Então optei por uma misturinha que ficou bem legal: ametista (Colorama) e azulejo português (Risqué). Ficou deveras lindo, acreditem. Da linha fosca da Risqué tinha uma cor que se aproximou muito da que botei nas unhas: Lápis Lázuli. Mas ótimo, ótimo mesmo, foi o comentário da minha manicure Alcicleide, que cuida das minhas unhas há anos e anos amém: “bota o fosco, Kiki. Depois a gente passa uma camada de esmalte brilhante por cima”. Mas num é, rapaz! Meses de pesquisa de cores pela Risqué e em 10 segundos a querida Cleide detonou com tudo! Sem mais comentários...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Vem aí uma nova grife plus size

Boa notícia para quem veste números maiores. A colega rechonchuda, a atriz Fabiana Karla (foto), vai lançar uma grife especializada em plus size. Em entrevista à revista Contigo ela disse que sempre adapta as tendências da moda ao seu biotipo. ''A única coisa que realmente não uso é roupa colada!'', disse. ''Tô sentindo cada vez mais a necessidade de vestir as gordinhas. Cansei de vê-las vestidas de capa de sofá. Tenho esse projeto há dois anos, mas quero levá-lo adiante até o fim do ano''. A grife ainda não tem nome definido, mas deverá ser multimarcas, uma junção de produções de designers já consagradas no mercado GG, como De Melo e Valeria Costa, além de desenhos da própria Fabiana. Legal, né? Bom, já eu, que estou lutando para sair do manequim com muitos "Gês", só posso plagiar a atriz dizendo que logo logo "isso não me pertencerá mais".

Faltam 155 dias para a primeira parte de Harry Potter e as relíquias da morte

Trailler do filme que será lançado em novembro deste ano. Pense numa pessoa ansiosa: eu!!! No portal www.oclumencia.com.br tem uma contagem regressiva de dias, horas e minutos que faltam para a estreia... E depois eu que sou pottermaníaca...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ah, essas músicas de novela...

Vocês já ouviram? É a trilha de Fátima e Danilo na novela global da 20h, Passione. Música deveras fofinha. Vale a pena conferir.

Até Você Passar
Greice Ive
Composição: Greice Ive/Dudu Falcão/Marco Brito


O que a gente vai fazer dessa paixão
Distraído coração
Eu fiz festa pra esse amor a noite inteira
E amanhece a ilusão

Nada
Sombra e silêncio
Hoje eu vou ficar aqui
Até você passar

O que a gente vai fazer com essa paixão
Distraída solidão
Que passeia em frente a minha lua cheia
Sem deixar sombras no chão

Nada
Sombra e silêncio
Eu não vou sair daqui até você passar
 
Nenhum sinal
Nenhum recado
Hoje é melhor deixar o amor fora do ar
Tudo acontece, eu sei
Tudo se entende
E de repente tudo volta pro lugar

De Sex and the City todo mundo tem um pouco

Quem nunca se imaginou como uma das personagens do seriado Sex and the City? Acredito que todas nós temos uma porção sonhadora, com Charlotte York, extravagante e devassa, como Samantha Jones, racional, como Miranda Hobbes e descolada como Carrie Bradshaw. Ontem, colocando meu filhote pra dormir, botei o primeiro filme no DVD. E é incrível como cada vez que assisto me identifico com coisas novas. Muito embora em todos os 50 mil testes que fiz para descobrir qual personagem do seriado eu sou e o resultado (para mim e para a torcida do flamengo) sempre seja a narradora Carrie, confesso que tenho muito, muito mesmo, da racional advogada Miranda. Sei lá... não que eu seja tão cética quanto ela, mas ela, assim como eu, é bastante sincera e paga caro por isso. Mas enfim... como disse lá em cima, todo mundo tem um pouco de cada uma delas - e eu não sou diferente. Mas  voltando ao filme... ainda não tive oportunidade de ver o segundo e hoje, lendo o jornal, percebi que só está em cartaz no tão, tão distante Shopping Guararapes. Me falaram que esse segundo é mais engraçado que o primeiro. Eu achei o primeiro maravilhoso! Quando Carrie se encontra pela primeira vez com Big depois de ter sido abandonada no altar, e eles se olham, ela corre para ele e eles se beijam... em off, os pensamentos dela: "não é lógico, é amor". Ah, fala sério... chorei, tá? Buáaaaa... E nos votos, depois do singelo casamento no cartório, ele declara, parodiando Beethoven: "sempre teu, sempre minha, sempre nosso". Chorei mais ainda. Em se tratando de amor, percebo que sou, definitivamente, 100% Bradshaw. E quem, pelo menos lá no fundo, não é?

Começa hoje pra o Brasil... haja coração!


segunda-feira, 14 de junho de 2010

Felicidade total deve ser assim

Lindinho demais o cartão de dia dos namorados que veio na embalagem da Natura... Veio preso no lindo presente que comprei para mim mesma. Mas isso é só um detalhe. Pulando a parte de estar sem namorado, é realmente muito lindinha a mensagem... imagina só: a pessoa está tão feliz, mas tão feliz que sente como se tivesse borboletas batendo as asinhas dentro da barriga! Metáfora por demais fofinha, vocês não acham? Me lembrou daquela música do Mundo Livre S/A que eu sempre quis que cantassem pra mim: Meu esquema. Simplesmente adoro e acho uma linda declaração de amor. Tomara que no ano que vem, não apenas no dia dos namorados, mas todos os dias, alguém cante pra mim.

Meu Esquema
Mundo Livre S/A
Composição: Fred Zero Quatro


Ela é meu treino de futebol
Ela é meu domingão de sol
Ela é meu esquema

Ela é meu concerto de rock'roll
Nação, minha torcida gritando gol
Minha Ipanema

Ela é meu curso de anatomia
Ela é meu retiro espiritual
Ela é minha história

Ela é meu desfile internacional
Ela é meu bloco de carnaval
Minha evolução...

Galega
Tento descrever o que é estar com você

Princesa
Todos vão saber que eu estou muito bem com você

Ela é minha ilha da Fantasia
A mais avançada das terapias
Meu Playcenter

Ela é minha pista alucinada
A mais concorrida das baladas
Meu inferninho

Ela é meu esporte radical
Poderosa, viciante, mas não faz mal
Meu docinho

Ela é o que meu médico receitou
Rivaldo Maravilha mandando um gol
Minha chapação...

Galega
Nem dá pra dizer o que é estar com você

Princesa
Todo mundo vê que eu sou mais...

A primeira vez

Estou com dois meses e meio de operada. Gastroplastia tem muitas coisas boas. Mas não vou mentir. Tem coisas ruins também. Vamos começar pelo lado bom: a perda de peso é simplesmente fantástica!! Quando eu sonharia em perder 25 quilos em tão pouco tempo? E a perda de peso é o começo de uma série de outras coisas boas, como desenterrar roupas do maleiro e adquirir novas peças. Tem o lance da auto-estima também. Mas cá pra nós, isso nunca foi um problema pra mim. O lado ruim da redução de estômago é a tal da limitação. Veja bem, eu sempre gostei de comer. Comer pra mim era um prazer. Abrir mão disso não foi nada fácil. E eu já falei que sou boa na cozinha? Ah, pois é... ainda tem isso! Eu sei cozinhar!! Outro dia saí pra almoçar com a turma do trabalho e fomos pra um daqueles restaurantes tipo buffet, que você paga um valor x e pode comer até morrer. Expliquei ao gerente a minha condição de recém-operada e paguei preço de criança. Legal, né? E realmente comi como criança! Um tiquinho de carne, um pedaço de melacia (água em estado quase sólido, vermelha e semi-adoçada) e uns três ou quatro nhoques (unidades de nhoques, entendam). O gerente ficou de olho, rondando a nossa mesa, fiscalizando o tamanho do meu prato para garantir que eu não estava passando elefante por lebre. No final das contas creio que ele concluiu que ainda não sou exatamente uma lebre, mas também não sou mais um elefante. Outra coisa legal desse almoço é que foi a primeira vez que consegui comer carne vermelha sem passar mal. Filé mignon, by the way.  Fiquei feliz, sabe? Cada alimento novo que tolero pós-redução é uma vitória. Agora estou contando os minutos para poder comer sushi. Ai, ai, ai... sempre pensando em comida... quando será que vão inventar a redução de estômago na cabeça, hein? 
Na foto, minha turma do trabalho. Povo bonito, né?
O restaurante: http://www.papacapim.com.br/. Preço do buffet: R$ 17,90. Preço para reduzidos: R$ 9,90.

Filé com mel de engenho

Bem, como eu já disse antes, adoro cozinhar. Certa vez tive um namorado que a-do-ra-va a minha comida. Eu, lógico, boa Amélia que sou, sempre que podia preparava receitinhas diferentes pra ele. Uma delas ele particularmente adorou. Misturei ingredientes de sabores fortes e marcantes. Como o mel de engenho, por exemplo, que é  extraído da cana de açúcar (pode-se dizer que é a redução do caldo de cana, uma fase antes da rapadura) e combina muito com carne vermelha. 
Veja no que deu:

Filé mignon com mel de engenho e gengibre
Ingredientes:
- bifes de filé mignon (resfriado. congelado nunca!!!)
- manteiga de boa qualidade
- gengibre
- mel de engenho
- sal
Modo de fazer:
Derreta a manteiga em uma frigideira. Rale o gengibre e bote na frigideira para dourar. Em seguida coloque os bifes de filé para fritar. O ponto, assim com o sal, é a gosto. Mas é importante que você só acrescente o sal depois de selar o bife dos dois lados, para que ele não perca muita água e não fique seco. Quando a carne estiver no ponto que você deseja, retire e arrume os bifes em uma travessa. Reserve. Adicione o mel de engenho à frigideira e mexa para não açucarar. Quando começar a formar bolhas, retire. Despeje sobre os bifes de filé e sirva acompanhado de arroz e legumes no vapor. Voilá!!

Os primeiros casos de Poirot

Eu realmente gosto muito dos livros da inglesa Agatha Christie. Considero-a uma autora digestiva, ou seja, de fácil leitura e assimilação. Terminei de ler ontem Os primeiros casos de Poirot. Hercule Poirot é um detetive belga criado pela escritora, que divide com Miss Marple o posto de protagonista da maioria dos livros de Agatha. Mas o livro em questão narra as primeiras aventuras de Poirot ao sair do polícia da Bélgica e radicar-se na Inglaterra. É legalzinho. Mas amei uma descrição que li em um dos capítulos. A ver: "Miss Lemon era uma mulher de 48 anos, tão pouco atraente quanto um lote de ossos unidos ao acaso". Sensacional, não é? Aliás, você sabia que Agatha Christie foi mais traduzida do que Shakespeare? Ela escreveu mais de 80 romances policiais. Morreu de causas naturais ao 85 anos. Deixou uma fortuna de aproximadamente U$ 20 milhões. Nada mau para quem usa em seu imaginário quase nada além de crimes. É de causar inveja em qualquer JK Rowling... Na foto vemos Sir Peter Ustinov, que deu vida a Hercule Poirot nas telonas.

O mundo das Jabulanis

Eu estava aqui meRditando... A Copa do Mundo começou há três dias e o nome que eu mais ouvi nessas 72 horas foi "jabulani". Jabulani, para quem está morando em marte e não sabe, é o nome da bola oficial do mundial. Foi produzida pela Adidas e quer dizer celebração em Bantu isiZulu, que é um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul (thanks, wikipedia). Mas na verdade não era sobre a bola que eu estava pensando... eu estava pensando mesmo era sobre a quantidade de crianças que vão nascer nos primeiros meses de 2011 que vão se chamar Jabulani. Já pensou? Meu filho, que hoje tem um ano e quatro meses, logo logo estará na escola. No aniversário dele de três anos quantas coleguinhas Jabulani será que eu vou convidar pra festinha, hein? E se o Brasil for hexa então...

domingo, 13 de junho de 2010

O barato que sai caro

Comprar sapatos em liquidação pode ser uma experiência muito positiva. Claro que não estou falando de centenas de mulheres trocando cotoveladas por causa dos melhores modelos. Estou falando aqui de adquirir um (ou vários) bom par com desconto. Existe uma variação da liquidação: a ponta de estoque. Essa sim, pode ser muito ingrata. Explico por quê: uma coisa é você comprar no inverno os modelos que estavam na última coleção de verão, com redução de até 50% do valor da peça. Outra coisa é encontrar modelos de várias coleções passadas e ainda por cima, marcados a ferro quente no solado para que espertinhos de plantão não troquem nas lojas. Ai, ai, ai... usar sapatos de couro tudo bem, mas deixar à mostra a vaca marcada é lasca, né? Entendo a posição da loja, mas vamos combinar que não dá pra exibir um sapato com uma marca no solado que atesta, gritantemente, que você o comprou numa ponta de estoque. Mas mesmo assim saí de uma dessas lojas com um parzinho bem simpático. O preço? De R$ 169,90 por R$ 69,90. Bom, né? Fiquei feliz... Só preciso, quando usá-lo, lembrar de não cruzar as pernas e deixar os solados bem grudadinhos no chão. Afinal ninguém além de você tem que saber que o seu sapato veio de uma ponta de estoque. Não é mesmo?

Tendência de inverno

O inverno chegou e com ele as tendências que vão e vem, ano após ano, através das décadas. No caso do pied de poule, ou literalmente do bom francês, pé de galinha, através dos séculos. Sim, já que há registros do uso desse clássico desde o século 19! Pois bem. E eu, que agora estou toda metida a magra, tratei de comprar a minha. Juntei o útil ao agradável, pois além de gostar do xadrez irregular da estampa curto bastante o decote cigana. O preto e branco combina bem com várias outras cores. Mas acho elegatérrimo o uso dessa estampa com vermelho carmim. Sapato e bolsa. Calça preta. Lindo, abalou. Tô louca pra estrear esse visual. Quem viver, verá. 
Onde comprar: Handara. Tamanhos: P, M, G. Preço: R$ 117,90.